Ao ver o documentário de Gonçalo Amaral na TVI no dia 13 de Abril "A Verdade da Mentira" decidi publicar este post.
Desde o dia do desaparecimento da menina britânica muita tinta correu à volta do mistério que naquele momento se gerou, mas nunca se chegou a uma conclusão concreta.
O tribunal da opinião pública este sempre a par das investigações da Polícia Judiciária, e apoiando os rumos que as investigações estavam a levar.
Numa primeira fase tudo indicava que tinha sido rapto, moveram-se mundos para encontrar Maddie mas sempre sem resultado, à medida que as investigações avançavam a história começava a mudar de rumo tendo como alvo principal os pais da menina, afirmando que Maddie morreu dentro do apartamento.
Subitamente e de um momento para outro deixou de se ter notícias do caso, o caso parou, e já o pensam em arquivar.
Maddie que destino??? Esse ninguém sabe e será que algum dia vamos saber ao certo o que se passou naquela noite trágica.
Espero que um dia a verdade chegue a cima.
Que pessoa sem escrúpulos consegue fazer isto a uma menina, ou qualquer pessoa, rapto ou morte, esta pessoas não tem consciência daquilo que fazem, merecem punições das piores que possam existir à face das respectivas leis.
Não sei em qual dos dois caminhos acreditar.
terça-feira, 14 de abril de 2009
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Pois aquilo que eu acredito é que a Maddie não foi raptada e o "desaparecimento" dela é proveniente dos pais. Tanto que quando se começou a chegar a esta teoria o caso deixou de ter evolução e já se pensou em arquivar, tal como tu dizes.
ResponderExcluirSe calhar a polícia portuguesa foi competente nas suas investigações, só que não convinha a alguém que esta fosse tão eficaz e daí ter chamado a inglesa, ter contratado alguém para "cuidar" da imagem dos pais da menina, etc...
E no meio disto tudo é muito triste saber que uma criança, inocente e indefesa morreu (porque não me digam que ela está viva) como se nada fosse. Ninguém foi culpado desta morte, chego assim À conclusão que basta ter um bom status e dinheiro para se ser um criminoso impune.