"O padre Ksawery Knotz lançou um livro, 'Sexo como Você não Conhece – para Casais Casados que Amam Deus', que explica como fazer para que o sexo entre casais casados não seja enfadonho, e sim «apimentado, surpreendente e cheio de fantasia».
O livro, apelidado de 'Kama Sutra Católico', tem o apoio da igreja Católica da Polónia e é já um sucesso de vendas no país, com 5 mil exemplares vendidos na primeira semana.
«Algumas pessoas, quando ouvem falar no carácter sagrado do sexo no casamento, imaginam imediatamente que esse tipo de sexo tem de ser desprovido de alegria, brincadeiras e posições atraentes», escreve Knotz no seu livro.
Explicando que «cada acto, um tipo de carícia ou uma posição sexual, com o objectivo de excitar é permitido e agrada a Deus. Durante a relação sexual, casais casados podem demonstrar o seu amor de todas as maneiras».
Para o Padre, o sexo é uma forma importante de marido e mulher expressarem o seu amor e ficarem mais perto de Deus. «Casais casados celebram o seu sacramento, a sua vida com Cristo, também durante o sexo»".
SOL com agências
terça-feira, 19 de maio de 2009
Apagão de Desempregados
Será que foi propositado, ou foi por culpa do sistema estar lotado e alguns saltaram ao ar, por este andar e com o crescimento do desemprego acho que irão existir mais alguns apagões.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Lei do financiamento: partidos introduzem regra nova na redacção final
13.05.2009 - 15h21 Leonete Botelho
Dezasseis deputados de todos os partidos aprovaram por unanimidade uma nova regra na lei do financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais durante a redacção final do diploma – que supostamente só serve para corrigir incorrecções formais -, depois de este ter sido aprovado em plenário parlamentar.
Em causa está o destino a dar ao lucro das campanhas eleitorais, algo que não podia acontecer na versão da lei ainda em vigor, uma vez que os valores obtidos em acções de angariação de fundos eram deduzidos à subvenção do Estado. Tal deixou de acontecer na nova redacção, o que permite haver excedentes financeiros.
Foi para determinar o que fazer com estas mais-valias que os deputados da primeira comissão alteraram completamente a norma que previa a distribuição pelos outros partidos do excedente das campanhas eleitorais. Uma vez aberta a porta ao lucro, determinou-se que tal montante reverta a favor dos partidos quando as candidaturas sejam partidárias, para que sejam utilizadas em futuras campanhas. Mas se as candidaturas forem independentes ou pessoais, o lucro reverte a favor do Estado. “Tem de se garantir que não haja um enriquecimento de cidadãos ou movimentos por via de uma candidatura”, fundamentou o comunista Bernardino Soares, depois do social-democrata Guilherme Silva ter exposto a proposta.
Para fazer uma alteração de conteúdo em sede de redacção final, o presidente da comissão, o socialista Osvaldo Castro, fundamentou-a na norma do regimento (artigo 156º nº2) que não impede o aperfeiçoamento do texto desde que não haja votos contra.
“Estamos a ir além da redacção final”, reconheceu o socialista Ricardo Rodrigues, argumentando, no entanto, que a alteração “corresponde ao pensamento do legislador”. “Não se modifica o pensamento mas aperfeiçoa-o, é isso?”, questionou Osvaldo Castro. Todos concordaram.
O presidente da comissão ainda mandou chamar um deputado do CDS-PP, único partido ausente naquele momento, mas também este concordou com o teor da alteração e a sua fundamentação.
Dezasseis deputados de todos os partidos aprovaram por unanimidade uma nova regra na lei do financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais durante a redacção final do diploma – que supostamente só serve para corrigir incorrecções formais -, depois de este ter sido aprovado em plenário parlamentar.
Em causa está o destino a dar ao lucro das campanhas eleitorais, algo que não podia acontecer na versão da lei ainda em vigor, uma vez que os valores obtidos em acções de angariação de fundos eram deduzidos à subvenção do Estado. Tal deixou de acontecer na nova redacção, o que permite haver excedentes financeiros.
Foi para determinar o que fazer com estas mais-valias que os deputados da primeira comissão alteraram completamente a norma que previa a distribuição pelos outros partidos do excedente das campanhas eleitorais. Uma vez aberta a porta ao lucro, determinou-se que tal montante reverta a favor dos partidos quando as candidaturas sejam partidárias, para que sejam utilizadas em futuras campanhas. Mas se as candidaturas forem independentes ou pessoais, o lucro reverte a favor do Estado. “Tem de se garantir que não haja um enriquecimento de cidadãos ou movimentos por via de uma candidatura”, fundamentou o comunista Bernardino Soares, depois do social-democrata Guilherme Silva ter exposto a proposta.
Para fazer uma alteração de conteúdo em sede de redacção final, o presidente da comissão, o socialista Osvaldo Castro, fundamentou-a na norma do regimento (artigo 156º nº2) que não impede o aperfeiçoamento do texto desde que não haja votos contra.
“Estamos a ir além da redacção final”, reconheceu o socialista Ricardo Rodrigues, argumentando, no entanto, que a alteração “corresponde ao pensamento do legislador”. “Não se modifica o pensamento mas aperfeiçoa-o, é isso?”, questionou Osvaldo Castro. Todos concordaram.
O presidente da comissão ainda mandou chamar um deputado do CDS-PP, único partido ausente naquele momento, mas também este concordou com o teor da alteração e a sua fundamentação.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Frase do dia
"que perfeito coração no meu peito bateria, meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia perfeito o meu coração"
Paulo Rangel diz que PS «é o partido das duas caras»
«O PS tem uma cara para Bruxelas e outra cara para Portugal» , afirmou o candidato Paulo Rangel.
O cabeça-de-lista dos sociais-democratas às europeias deu como exemplo das «duas caras do PS» o facto de haver candidatos socialistas que «dizem que só vão dar o nome», como Elisa Ferreira.
«Se uma candidata só dá o nome não é uma candidatura séria, é uma candidatura de duas caras» , criticou Paulo Rangel, desafiando «o cabeça-de-lista do PS Vital Moreira e o secretário-geral do partido a explicar porque é que a candidata Elisa Ferreira disse aos jornais que só vai dar o nome».
Paulo Rangel disse também que «o Governo PS pede fundos comunitários em Bruxelas mas depois não os aplica em Portugal», relembrando que «em 2007 e 2008 foram executados dois por cento, quando deveriam ter sido aplicados pelo menos 20 a 25 por cento».
«O PS fechou-os num cofre por eleitoralismo, porque não os quis gastar em 2007 e 2008 para os gastar em 2009 [ano de eleições] e o que aconteceu foi que entretanto veio a crise e nem em 2009 pode gastar» , criticou.
Como exemplo das «duas caras» do PS, o social-democrata criticou o manifesto do PS, apresentado sábado.
«Enquanto diz que apoia Durão Barroso em Bruxelas, em Portugal o PS não tem coragem de colocar no seu manifesto que apoia Durão Barroso» , disse.
Por outro lado, Paulo Rangel criticou o estímulo fiscal até três por cento proposto pelo PS no seu manifesto eleitoral para as europeias, sublinhando que o PS «anda a dizer para a Europa que é preciso reduzir os impostos enquanto em Portugal foi incapaz de reduzir qualquer imposto».
O candidato do PSD deu como exemplos a mudança do regime de cobrança de IVA e a redução da taxa social única, propostos pelo PSD e recusados pela maioria socialista.
O cabeça-de-lista do PSD às europeias falava na apresentação do candidato do PSD à Câmara de Peniche, Luís Ganhão, acompanhado por mais dois candidatos às europeias, José Leitão e Joaquim Biancard Cruz.
Lusa / SOL
O cabeça-de-lista dos sociais-democratas às europeias deu como exemplo das «duas caras do PS» o facto de haver candidatos socialistas que «dizem que só vão dar o nome», como Elisa Ferreira.
«Se uma candidata só dá o nome não é uma candidatura séria, é uma candidatura de duas caras» , criticou Paulo Rangel, desafiando «o cabeça-de-lista do PS Vital Moreira e o secretário-geral do partido a explicar porque é que a candidata Elisa Ferreira disse aos jornais que só vai dar o nome».
Paulo Rangel disse também que «o Governo PS pede fundos comunitários em Bruxelas mas depois não os aplica em Portugal», relembrando que «em 2007 e 2008 foram executados dois por cento, quando deveriam ter sido aplicados pelo menos 20 a 25 por cento».
«O PS fechou-os num cofre por eleitoralismo, porque não os quis gastar em 2007 e 2008 para os gastar em 2009 [ano de eleições] e o que aconteceu foi que entretanto veio a crise e nem em 2009 pode gastar» , criticou.
Como exemplo das «duas caras» do PS, o social-democrata criticou o manifesto do PS, apresentado sábado.
«Enquanto diz que apoia Durão Barroso em Bruxelas, em Portugal o PS não tem coragem de colocar no seu manifesto que apoia Durão Barroso» , disse.
Por outro lado, Paulo Rangel criticou o estímulo fiscal até três por cento proposto pelo PS no seu manifesto eleitoral para as europeias, sublinhando que o PS «anda a dizer para a Europa que é preciso reduzir os impostos enquanto em Portugal foi incapaz de reduzir qualquer imposto».
O candidato do PSD deu como exemplos a mudança do regime de cobrança de IVA e a redução da taxa social única, propostos pelo PSD e recusados pela maioria socialista.
O cabeça-de-lista do PSD às europeias falava na apresentação do candidato do PSD à Câmara de Peniche, Luís Ganhão, acompanhado por mais dois candidatos às europeias, José Leitão e Joaquim Biancard Cruz.
Lusa / SOL
quinta-feira, 7 de maio de 2009
O Interior
Que meios estão aos dispor dos municipios para fixar as suas populações??
São várias as medidas que tem surgido tal como oferecer incentivos ao empregador por cada posto de trabalho que crie, surgiu agora que algumas Câmaras disponibilizam parte das suas receitas provenientes do IRS de cada cidadão para fixar os seus habitantes, isto são medidas positivas mas que por si só não chegam tem de se fazer mais qualquer coisa.
Mas acredito que de onde vieram estas medidas vem muitas mais, estes municipios estão decididos a lutar pelas suas terras não deixando fugir quem as habita para não cair na desertificação....
São várias as medidas que tem surgido tal como oferecer incentivos ao empregador por cada posto de trabalho que crie, surgiu agora que algumas Câmaras disponibilizam parte das suas receitas provenientes do IRS de cada cidadão para fixar os seus habitantes, isto são medidas positivas mas que por si só não chegam tem de se fazer mais qualquer coisa.
Mas acredito que de onde vieram estas medidas vem muitas mais, estes municipios estão decididos a lutar pelas suas terras não deixando fugir quem as habita para não cair na desertificação....
Contas?? Quem fala verdade
Tendo em conta as declarações do preidente da Câmara de Trancoso deduzimos que ele fala verdade, basta olharmos numa prespectiva nacional e verificamos que o que diz está correcto.
Não muito longe do nosso horizonte temporal o nosso país estava mergulhado numa grave crise devido ao elevado défice que posuìa, governado na altura por um Governo socialista, surgiram as eleições, o país mudou de cor e ascendeu ao poder um Governo Democrata, foram tomadas medidas no âmbito de solucionar esse problema e começaram a surgir resultados, não muito favoráveis para os portugueses no momento mas bons para o país, tendo em conta que algumas das medidas não eram as mais sociais o período desse Governo não conseguiu chegar ao fim.
Olhando para as declarações desse presidente de Câmara e olhando para os anos que está à frente da mesma, verficamos e chegamos a uma conclusão, a maior parte das medidas que se tomama não possuem alterações no momento tem de se dar tempo ao tempo, e acreditar naqueles que falam verdade.
Não muito longe do nosso horizonte temporal o nosso país estava mergulhado numa grave crise devido ao elevado défice que posuìa, governado na altura por um Governo socialista, surgiram as eleições, o país mudou de cor e ascendeu ao poder um Governo Democrata, foram tomadas medidas no âmbito de solucionar esse problema e começaram a surgir resultados, não muito favoráveis para os portugueses no momento mas bons para o país, tendo em conta que algumas das medidas não eram as mais sociais o período desse Governo não conseguiu chegar ao fim.
Olhando para as declarações desse presidente de Câmara e olhando para os anos que está à frente da mesma, verficamos e chegamos a uma conclusão, a maior parte das medidas que se tomama não possuem alterações no momento tem de se dar tempo ao tempo, e acreditar naqueles que falam verdade.
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